PRÓTESE DE PANTURRILHA

A cirurgia para aumento de panturrilha consiste na inclusão de uma prótese de silicone entre a fáscia (membrana que recobre a musculatura) e os músculos da parte posterior da panturrilha, de forma a conseguir um aumento de volume e definição do contorno da perna. Pode ser uma circurgia estética para aumento simples ou reconstrutora, quando usada em doenças neuromusculares que causam com atrofia ou alteração do contorno e volume locais.

O segundo é utilizado para melhorar o volume das pernas ou panturrilhas através da inclusão de próteses de silicone. Também pode ser feito utilizando-se gordura extraída do próprio paciente. Antes da cirurgia, médico e paciente discutem amplamente o que pode ser esperado realisticamente, riscos e complicações possíveis, e detalhes específicos sobre próteses de silicone. Uma história médica completa é tirada e são dadas instruções pré operatórias, como suspensão do tabagismo e uso de certos medicamentos contendo aspirina/AAS. O (a) paciente é orientado (a) a banhar-se com sabonete anti-séptico no dia da cirurgia.

Próteses de nádegas e panturrilhas consistem em uma capa de elastômero de silicone geralmente preenchida com gel de silicone de alta coesividade. É colocada no meio do músculo glúteo maior no caso de aumento de nádegas, através de uma incisão vertical de cerca de 4 a 6 cm no sulco entre os glúteos. O tamanho e a forma da prótese dependem do desejo do (a) paciente e das dimensões de seu corpo. No caso de aumento de pernas, a prótese é geralmente colocada abaixo da fáscia profunda da perna, na frente do músculo gascrocnêmio, através de uma incisão horizontal no sulco atrás dos joelhos, de cerca de 3 a 4 cm. Mais de uma prótese pode ser colocada em cada perna eventualmente. Complicações como contratura capsular (contração da cápsula cicatricial ao redor da prótese), depósito de cálcio ao redor da prótese, alterações de sensibilidade local, deslocamento da prótese, embora incomuns, devem ser discutidos com o médico. Dor pós operatória é mínima e controlada com medicamentos orais. Se drenos forem usados, são removidos antes da alta hospitalar ou até dois ou três dias de pós operatório até a quantidade de débito diminuir.

Curativos oclusivos são aplicados no final da cirurgia. Durante as primeiras duas a quatro semanas a paciente não deve fazer esforços físicos. Em caso de cirurgia nas nádegas, pacientes devem evitar apoiar sobre elas nos primeiros sete a dez dias.

A alta é dada geralmente no mesmo dia ou no seguinte e o médico decide quando a paciente irá voltando às atividades normais. Esta decisão é feita baseada na extensão da cirurgia e no progresso do paciente.

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